Chegou a hora: os Direitos Humanos dos Saharauis nativos devem ser respeitados.

IMG_37638 de Dezembro de 2015, El Aaiún: uma manifestação pacífica por causa do elevado custo de vida e desemprego; questões que afectam gravemente a população Saharauí, especialmente os recém- licenciados. A maior parte destes manifestantes são graduados com graus e Mestrado em diversos cursos. Todos os manifestantes garantiram uma manifestação tranquila e sem obstrução ao tráfego rodoviário.

A demonstração teve lugar ao meio-dia na Meca Road, ocupando toda a rua. A manifestação foi organizada pelos licenciados desempregados do Group OCP Skills Sahara (Grupo e OCP Competencias para o Sahara) . Embora o protesto tenha sido pacifico, os membros de Adala Reino Unido presentes observaram muitos manifestantes a ser atacado e abusados por pessoal de segurança em serviço, vestidos com uniformes.

Foram atingidos com bastões, paus e socos. Várias vítimas, incluindo algumas mulheres, ficaram feridas como resultado, com ferimentos na cabeça e no rosto. “Dois oficiais levaram o meu cartaz em que tinha escrito, que a riqueza de recursos naturais no Sahara Ocidental deveria garantir-me um emprego. Empurraram-me e bateram-me em partes bastante sensíveis do meu corpo. Caí no chão e fui pisada “, disse Salka, uma das manifestantes Sarauís. Adala UK recebeu a notícia de que vários outros manifestantes foram levados ao hospital, aos quais foram negados cópias dos seus registros hospitalares que documentariam as lesões com que terão dado entrada. Sem ese registo, estão impedidos de apresentar queixas no sentido de se fazer justiça sobre os ataques de que foram alvo.

De acordo com declarações dadas por membros Adala Reino Unido, as forças de segurança detiveram o Saharaui, Mohamed Babait durante várias horas. Os seus colegas manifestantes, reuniram-se em frente à esquadra da polícia, onde foi finalmente libertado ás 18h. No mês passado, o governador marroquino da Região do Sahara, aquando da celebração do 40º aniversário da ocupação do Sahara Ocidental, prometeu 1200 postos de trabalho para Saharauis nativos na fábrica Phosboucraa (onde fosfatos saqueadas do Sahara Ocidental são secos e vendidos por Marrocos). No entanto, na semana passada, a fábrica anunciou as condições destes postos de trabalho no seu site. Essas condições incluíam ter estudado graus que estudantes Saharauis são proibidos por Marrocos de estudar na Universidade.

Os Saharauis esperançados por esse emprego, ficaram compreensivelmente indignados com a situação e saíram em massa para o demonstrar. A repressão das suas manifestações pacíficas representa uma grave violação do direito à liberdade de expressão. indígena “Desde que o governador fez esse anúncio, os marroquinos têm-se reunido no Sahara Ocidental, para proceder à alteração do lugar de residência nos seus Bilhetes de identidade, para um endereço no Sahara Ocidental. Com todos os colonos que já vivem aqui isto já é demais! A ocupação nunca nos vai dar o direito a qualquer coisa embora nós estejamos a viver no nosso próprio País “, disse um Saharaui graduado Direito Internacional. “O governo marroquino tem tido uma política de tentar mudar a demografia do Sahara Ocidental desde 1975, quando eles ocuparam a nossa terra, com cerca de 350.000 marroquinos – entre civis e militares. O que estamos a ver agora é parte dessa política: que dão direitos aos colonos marroquinos em vez de os darem aos Saharauis nativos “, disse outro Saharaui com uma pós-graduação em Estudos Ingleses, e que foi ferido durante a manifestação.

A população nativa Saharaui foi expulsa das suas terras devido às políticas discriminatórias de ocupação e aos interesses económicos do governo marroquino desde 1975. Ao privar os Saharauis dos recursos e das suas tradições culturais, fundamentais para o seu bem-estar e sobrevivência, a maioria de Saharauis são incapazes de desfrutar de direitos humanos básicos, incluindo o direito ao emprego, à alimentação, à saúde, a um lar e a direitos culturais. Eles sofrem de marginalização e vivem na pobreza.

A Adala Reino Unido insta a Comunidade Internacional a trabalhar com o povo Saharaui nativo para garantir a sua protecção e o reconhecimento dos seus direitos – tanto a sua terra como a sua autodeterminação, de acordo com a promessa da ONU em 1965. Uma promessa que ainda não se concretizou. Abaixo está uma foto de Mohamed Baabit no momento em que foi preso:

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